Gustavo Kuerten revisita a história
O anúncio de que Guga vai integrar o Hall da Fama continua repercutindo na mídia. Essa semana, em Florianópolis, perto de um dos mais belos cartões postais da cidade, a Ponte Hercílio Luz, Guga concedeu diversas entrevistas. Além da notícia do momento, o tricampeão de Roland Garros falou sobre seu legado para o tênis, relembrando sua trajetória e fez também revelações sobre seu futuro.
Grandes lembranças
“Nunca imaginei que meu sonho pudesse ir tão longe. Precisei da ajuda de muitas pessoas para chegar onde eu cheguei. Consegui levar o tênis mais próximo do povo e o povo ficou mais próximo do tênis”.
O presente
“Agora o povo vê o tênis de uma maneira diferente, há um entendimento maior. Às vezes eu me sinto ainda como se estivesse jogando. É muito fresco na memória dos fãs. Os milhões de brasileiros vibravam e ainda vibram comigo em cada vitória, você sentia o povo compartilhando aquele sentimento comigo. Eu me sinto fortemente ligado com eles até hoje”.
Futuro: a continuação da carreira
“O IGK talvez seja a finalidade de seguir na carreira. Eu me sinto muito ligado até depois das quadras. Por mais que hoje atendamos 560 crianças ainda há uma demanda muito grande”.
“Vivemos um momento que se pode inovar e ser diferente na educação. A educação é crucial para termos oportunidades iguais para o povo. Com a educação temos o mundo em nossas mãos”.
“Não tenho planos para ser político, mas o IGK nos aproxima dessas áreas. Às vezes podemos mostrar mais efetividade sem estarmos ligados a um cargo”.
Guga esta semana segue a Miami para acompanhar o Master 1000, torneio do qual o ex-número 1 do tênis mundial chegou às finais em 2000.









Nenhuma Resposta até agora.