O tênis feminino hoje
Chegou a vez das meninas
No post passado comentamos o tênis masculino, agora vamos falar sobre o tênis feminino. É possível avaliar o desempenho de nossas meninas, comparando a performance atual com os resultados da geração de 2000?
Hoje o Brasil conta com Ana Clara Duarte, a tenista brasileira na melhor posição do ranking irá disputar o ITF de Cali, o torneio mais importante de sua carreira.
Na Argentina o time feminino brasileiro não conseguiu avançar para a segunda rodada do Zonal Americano da Fed Cup, repetindo a colocação do ano passado.
Comparando a performance da geração atual com a do ano 2000 temos os seguintes dados: a equipe feminina atual possui 7 tenistas no Top 500 da WTA contra 4 da geração de 2000. Já as meninas da década passada levam vantagem em termos de ranking: Mirian Dagostin ocupou o 232º lugar no raking, melhor posição do que Ana Clara Duarte que ocupa atualmente o 240º lugar.
O time feminino de hoje tem a melhor posição do Top 10 brasileiro, com Nathaly Kurata ocupando a 643ª posição do WTA contra o 904º lugar de Livia Azzi, em 2000. Na média de idade, o grupo atual perde em 1 ano (21 para 20 da geração anterior).
Assim como no tênis masculino, os momentos, as fases, os jogos, a tecnologia de quadra, equipamentos e uma série de outros fatores específicos de cada época interferem diretamente na performance de hoje, compartivamente com a da geração anterior.
Vale destacar também as grandes atuações na história do tênis feminino brasileiro. Maria Esther Bueno ao longo de sua carreira (anos 50 a 70) venceu dezenove torneios do Grand Slam, já Niege Dias chegou a 31ª posição em 1988 e Andrea Vieira foi a última brasileira a disputar um Grand Slam de simples, em 1993 (Aberto dos Estados Unidos).
Guga entra na discussão e comenta: “O Brasil já esteve entre os 100 e não é impossível chegar lá. Durante muito tempo o Brasil se acostumou a ter uma jogadora entre as melhores do mundo”. E o nosso campeão ainda completa: “Essa é uma meta alcançável para os próximos anos e de acordo com o nosso potencial”.
E a pergunta que fica: será que teremos novamente uma Top 100 ?








Com certeza,mas p/isso tem que se trabalhar e mto,e qto mais cedo começar(c/mta organização)maiores as probabilidades pois resultados p/este nível só vem a médio-longo prazo,posso citar o caso desta Russa(Anfissa Dalnichenko-campeã do Banana-Gerdau e copa-Guga)que estava morando há um bom tempo em Florianópolis e disputando a categoria 10anos misto do ranking catarinense,pena ela ter ido p/ Argentina,pois no meu humilde pto de vista,se não der zebra acredito que será no minimo TOP-50(minha torcida e gde),enfim,até vejo um bom investimento no povo que está dispontando,mas lá na base está mto difícil,pelo menos aqui não vem nada,mas deixa p/ lá.
Abraços e boa sorte p/todos.
GUGA, orgulho para Santa Catarina, ORGULHO NACIONAL. Parabéns e obrigado por todas as alegrias que vc proporcionou…