Blog do Guga

4fev2011

Santiago e fase atual do tênis brasileiro

Lembrar de Santiago é reviver bons momentos do tênis brasileiro. Em 2000 Guga conquistava o ATP e trazia mais esse título ao Brasil.


No Aberto chileno essa é a 1ª vez que a força verde e amarela se fez presente no saibro com quatro tenistas representando o país nas oitavas-de-final do evento com João Olavo Souza, o Feijão, Caio Zampieri, Thomaz Bellucci e Ricardo Mello.


Muito se discute sobre a atual geração de tenistas e a geração em que Guga atuava nas quadras pelo mundo. Afinal qual delas seria a melhor? Poderia haver realmente comparação? Ou cada grupo vive no seu momento?


Se por um lado a geração atual possui 6 tenistas no Top 200 da ATP contra 4 da geração de Guga, por outro, a turma de 2000 ganha no melhor ranking com Guga em 5º na época contra a atual 31º colocação de Bellucci. Rebatendo a questão, o grupo atual tem a melhor posição no fim do Top 10 de brasileiros ocupando a 287º (ATP) com Rafael Camillo contra 357º (ATP) de Flávio Saretta. Na média de idade, o grupo atual perde em 3 anos (26 para 23 da geração de 2000). Confira na tabela abaixo:





Em torno da discussão Guga também opina: “O momento de hoje é bom não só no ranking, mas também na estrutura que o tênis brasileiro vem se desenvolvendo. A lacuna que falta é de um ídolo que chame a atenção. Acho que vale a pena apostar nessa nova geração”.


Fases diferentes, jogos com outros adversários, tecnologia de quadra, equipamentos e muitas outras questões que vem gerando debates de um assunto discutido ponto a ponto. E para você quem leva o set point?


A discussão também terá a vez das meninas. Aguardem.

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